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Coca-Cola aposta em embalagens menores para driblar inflação e preservar consumo no Brasil

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terça-feira, 5 de maio de 2026

Nova estratégia da companhia prevê lançamento de latas de 269 ml e garrafas de 1,25 litro, em meio à perda do poder de compra dos consumidores

Redação Pirapora News

Imagem criada por IA 

A Coca-Cola anunciou uma nova estratégia comercial que deve impactar diretamente os consumidores brasileiros. A empresa pretende ampliar a oferta de embalagens menores, com destaque para a nova lata de 269 ml e a garrafa de 1,25 litro, como forma de enfrentar os efeitos da inflação e a redução do poder de compra da população.

A mudança ocorre sob a liderança do brasileiro Henrique Braun, CEO da companhia, que defende a adaptação do portfólio da marca ao atual cenário econômico. A proposta é oferecer produtos em porções menores, com preços mais acessíveis ao consumidor no dia a dia.

Em entrevista ao jornal The Wall Street Journal, Braun afirmou que a nova embalagem de 1,25 litro foi pensada especialmente para o consumo doméstico, por apresentar um custo mais compatível com o orçamento das famílias. Já a chamada “mililata”, com 269 ml, chega como alternativa para quem busca opções mais baratas sem abrir mão da marca.

Apesar das mudanças, a empresa afirma que não se trata de “reduflação”, prática em que a quantidade do produto diminui enquanto o preço permanece o mesmo. Segundo a Coca-Cola, a intenção é ampliar as opções disponíveis ao consumidor, mantendo as embalagens tradicionais no mercado.

A estratégia já começou a ser implementada nos Estados Unidos e deve chegar ao Brasil nos próximos meses. A companhia, no entanto, ainda não informou os preços das novas versões.

Atualmente, o portfólio da Coca-Cola Brasil conta com embalagens de 200 ml, 220 ml, 350 ml, 600 ml, 1,5 litro, 2 litros e 2,5 litros. A expectativa é que os novos formatos ampliem a presença da marca em um cenário de consumo mais cauteloso.

Reforma tributária pode quase quadruplicar impostos sobre reciclagem no Brasil

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Fim de incentivos fiscais ameaça cooperativas, catadores e a viabilidade econômica do setor até 2033

Redação Pirapora News 

Foto: Internet 

A reforma tributária em discussão no país deve alterar de forma profunda o funcionamento da cadeia da reciclagem e impor um cenário significativamente mais oneroso para o setor. Com a implementação gradual do novo sistema de impostos, prevista para ser concluída até 2033, a atividade deixará de contar com tratamentos fiscais específicos e passará a seguir as regras gerais de tributação aplicadas a qualquer mercadoria.

Na prática, a mudança representa um salto expressivo na carga tributária incidente sobre materiais recicláveis. Estudo realizado pela Sygecom indica que os impostos pagos atualmente, que variam entre 5% e 6,5%, podem alcançar 26,5% com a consolidação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O novo modelo substitui tributos como ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins por um sistema unificado, cobrado de forma contínua ao longo de toda a cadeia produtiva.

Até agora, a reciclagem era reconhecida como uma atividade de interesse ambiental e social, o que garantia isenções e regimes diferenciados para reduzir custos. Esse enquadramento sempre foi decisivo para a sobrevivência de um setor marcado por grandes volumes de operação e margens reduzidas. Com as novas regras, o material reciclado passa a ser tributado tanto na entrada quanto na saída, ampliando o impacto financeiro em cada etapa do processo.

Os efeitos dessa mudança devem ser sentidos de maneira mais intensa na base da cadeia. O Brasil conta hoje com mais de 67 mil empresas ligadas à reciclagem e cerca de 1 milhão de catadores. De acordo com a análise da Sygecom, o aumento da carga tributária tende a pressionar os preços, reduzir o valor pago pelos resíduos coletados e afetar diretamente cooperativas e trabalhadores autônomos.

Especialistas alertam que esse cenário pode desestimular a atividade, comprometer a renda de milhares de famílias e até reduzir a oferta de materiais recicláveis no mercado. O risco, apontam, é de um retrocesso ambiental e social em um setor que sempre operou no limite da sustentabilidade econômica.

Pirapora passa a adotar sistema nacional de emissão de nota fiscal a partir de 2026

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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Mudança torna obrigatório o uso do Emissor Nacional da NFS-e e promete reduzir burocracia para prestadores de serviços

Redação Pirapora News

Foto: Divulgação

A Prefeitura de Pirapora anunciou que, a partir de 1º de janeiro de 2026, o município passará a utilizar oficialmente o Emissor Nacional da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, conhecido como NFS-e Nacional. A medida segue a padronização definida pelo Governo Federal e altera a forma como as notas fiscais de serviços serão emitidas na cidade.

Com a mudança, todos os prestadores de serviços estabelecidos em Pirapora deverão emitir suas notas exclusivamente por meio do sistema nacional, deixando de utilizar plataformas municipais. A adoção do novo modelo está prevista no Decreto Municipal nº 112/2025, já publicado, e torna obrigatório o uso do emissor unificado.

A integração ao sistema nacional tem como objetivo simplificar procedimentos, reduzir burocracias e permitir que as notas fiscais sejam emitidas, consultadas e gerenciadas em um único ambiente digital válido em todo o território brasileiro. Segundo a administração municipal, a unificação traz mais eficiência tanto para os contribuintes quanto para o poder público.

O acesso ao Emissor Nacional da NFS-e deve ser feito pelo portal oficial do Governo Federal, no endereço https://www.nfse.gov.br/EmissorNacional.

Para facilitar a adaptação dos contribuintes durante o período de transição, a Prefeitura de Pirapora disponibilizou um guia orientativo com o passo a passo para a emissão da NFS-e Nacional. O material pode ser acessado diretamente no site oficial do município.

Contribuintes que ainda não conseguirem emitir a nota fiscal devem procurar a Fiscalização Tributária para realizar o cadastro ou solicitar o procedimento por e-mail. Em caso de dificuldades técnicas ou dúvidas durante a emissão, a Prefeitura orienta que o prestador entre em contato para receber o suporte necessário.

O atendimento para orientações é realizado presencialmente de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h, no prédio da Prefeitura Municipal de Pirapora, no setor de Fiscalização Tributária. Também está disponível o e-mail nfenacional@pirapora.mg.gov.br  para esclarecimentos.

A Administração Municipal reforça que permanece à disposição dos prestadores de serviços e dos profissionais da contabilidade, oferecendo apoio e orientações para garantir uma transição segura e tranquila para o novo sistema de emissão de notas fiscais.

Luz de graça para idosos: nova lei amplia benefício e promete aliviar bolsos em todo o país

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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Isenção automática vale para quem tem mais de 60 anos e está no CadÚnico, com consumo mensal de até 80 kWh

Redação Pirapora News 




O Brasil passou a oferecer conta de luz gratuita para milhões de idosos de baixa renda. A mudança começou a valer neste ano e segue as novas regras da Tarifa Social de Energia Elétrica, que ampliou o alcance do benefício após a conversão da MP 1.300 na Lei 15.235 de 2025. Desde julho as distribuidoras passaram a aplicar automaticamente os novos critérios para liberar a isenção.

Com a atualização, a gratuidade pode alcançar até 60 milhões de brasileiros. O impacto é relevante no orçamento doméstico de idosos e outras famílias em situação de vulnerabilidade, sobretudo em regiões onde a conta de energia pesa mais no fim do mês.

A nova regra garante isenção integral para quem consome até 80 kWh por mês. Estão incluídas famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa inscritas no CadÚnico, além de idosos e pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada. Povos indígenas, comunidades quilombolas e moradores de áreas isoladas atendidos por sistemas de energia solar também entram na lista.

O benefício cobre apenas a energia dentro do limite previsto. A legislação mantém a cobrança da taxa de iluminação pública definida pelas prefeituras e do ICMS estabelecido pelos estados quando houver incidência.

A liberação é automática para idosos acima de 60 anos que constam no CadÚnico e atendem aos critérios de renda e consumo. Caso o nome não apareça na Tarifa Social, é possível revisar os dados no cadastro, buscar orientação no CRAS mais próximo ou entrar em contato com a distribuidora local para confirmar o enquadramento na TSEE.

A isenção já está valendo em todas as regiões do país e não depende de solicitação formal quando o cadastro está atualizado.

Receita desmente boatos e garante: “Ninguém está vigiando o Pix”

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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Órgão reafirma que não tem acesso a informações individuais de transferências e que relatos sobre monitoramento de transações são falsos.

Redação Pirapora News 

Foto: Divulgação

A Receita Federal voltou a público nesta quarta-feira (15) para desmentir os boatos de que o órgão estaria monitorando transações realizadas por Pix ou qualquer outro meio de pagamento. Em nota oficial, o Fisco classificou a informação como falsa e reafirmou que não tem acesso a dados individuais de transferências, como valores, origem ou destino do dinheiro.

A manifestação ocorreu após novas publicações nas redes sociais reacenderem a narrativa de que a Receita estaria “vigiando o Pix”. O órgão foi categórico ao negar a prática e lembrou que “nunca teve, nem terá informações sobre a modalidade da transação, seja ela feita via Pix, TED, DOC, depósito ou outro meio”.

De acordo com a Receita, o órgão não recebe de bancos, fintechs ou instituições de pagamento dados específicos sobre cada operação financeira. Isso significa que informações como o nome de quem enviou ou recebeu valores e os montantes transferidos não são compartilhadas.

O que chega à Receita por meio do sistema e-Financeira são apenas dados consolidados sobre movimentações financeiras, como saldos e somatórios de operações dentro de um determinado período. Não há detalhamento de cada transação.

O e-Financeira está em funcionamento há mais de duas décadas e serve para cruzar informações fiscais, ajudando a identificar eventuais indícios de fraude ou sonegação. O órgão ressaltou que o sigilo bancário, garantido por lei, permanece preservado e que as regras de proteção de dados continuam válidas para todos os contribuintes.

Nesta sexta, Lula volta a Montes Claros para lançar polo de energia renovável

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terça-feira, 26 de agosto de 2025

Presidente visita Contagem e Montes Claros no mesmo dia; agenda inclui investimentos em mobilidade e biocombustível da macaúba

Redação Pirapora News

Foto: Valter Campanato Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta a Minas Gerais na próxima sexta-feira, 29 de agosto. A agenda será dividida entre Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e Montes Claros, no Norte do estado.

Em Contagem, governada pela prefeita petista Marília Campos, Lula deve anunciar investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com foco em obras de mobilidade urbana.

No mesmo dia, o presidente seguirá para Montes Claros, onde participa da inauguração do Acelen Agripark Centro de Tecnologia e Inovação Agroindustrial. O projeto tem como objetivo desenvolver a produção de mudas de coco de macaúba para fabricação de combustível renovável destinado à aviação.

O empreendimento é da Acelen Renováveis e conta com investimentos de R$ 314 milhões. Desse total, R$ 258 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A iniciativa será realizada em parceria com produtores rurais da região, reforçando a aposta no potencial do Norte de Minas para a transição energética.

iPhone deve ficar até R$ 2 mil mais barato com nova política de importação na Argentina

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segunda-feira, 7 de julho de 2025

Medida visa reduzir preços internos, evitar turismo de compras e alinhar o país aos padrões da região.

Redação Pirapora News 

Reprodução: Thalita Moema

O governo da Argentina apresentou um plano para a redução progressiva e posterior eliminação dos impostos de importação sobre produtos eletrônicos. A iniciativa busca tornar os preços desses itens mais acessíveis no mercado interno, corrigindo distorções que fazem com que aparelhos como celulares, televisores e videogames custem até o dobro do valor praticado em países vizinhos, como o Brasil e os Estados Unidos.

Segundo o porta-voz da Presidência, Manuel Adorni, é "absurdo" que cidadãos argentinos precisem viajar ao exterior para adquirir produtos eletrônicos a preços mais competitivos. A proposta contempla uma redução em duas fases e deve impactar diretamente os preços ao consumidor.

A primeira etapa ocorrerá entre 19 e 25 de maio de 2025, período no qual a alíquota de importação será reduzida de 16% para 8%. A segunda fase, prevista para 15 de janeiro de 2026, eliminará totalmente o imposto de importação sobre smartphones, com destaque para os modelos mais avançados, como o iPhone 16 Pro Max.

Com as novas medidas, estima-se que os preços de produtos eletrônicos importados possam cair ao menos 30%. Por exemplo, um iPhone Pro Max de 256 GB poderá ser encontrado por cerca de R$ 11.656 na Argentina, frente aos R$ 12.499 cobrados atualmente no Brasil. Com a futura redução dos tributos internos — que ainda não tem data para implementação — esse valor pode cair ainda mais, chegando a R$ 10.796.

A etapa final do plano, que ainda não possui cronograma definido, prevê a diminuição do imposto interno sobre eletrônicos de 19% para 9,5%. A expectativa do governo é tornar o país mais competitivo e reduzir a evasão de consumo gerada pelo turismo de compras.

Tarifa de energia sobe em Minas: reajuste de até 7,36% já está em vigor

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quinta-feira, 29 de maio de 2025

Residências serão as mais impactadas com aumento autorizado pela Aneel; medida entra em vigor e será sentida nas contas de junho.

Redação Pirapora News 

Foto: Divulgação 

Os consumidores de energia elétrica em Minas Gerais começaram a pagar mais caro pela conta de luz a partir desta quarta-feira (28). A medida, autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), prevê um reajuste nas tarifas que valerá pelos próximos 12 meses.

Segundo a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), o aumento será mais significativo para os consumidores residenciais, com reajuste de 7,36%. Já os clientes do setor industrial enfrentarão um acréscimo menor, de 2,02%.

O principal fator que impulsionou o aumento foi o crescimento dos encargos setoriais, que respondem por 4,63 pontos percentuais do reajuste residencial. Esses encargos financiam políticas públicas ligadas ao setor elétrico, como subsídios para fontes renováveis de energia, ampliação do acesso ao serviço, manutenção da tarifa social e projetos de desenvolvimento energético em diversas regiões do país.

Os novos valores tarifários começarão a ser sentidos pelos consumidores nas faturas emitidas a partir de junho.

Expomontes 2025 tem 95% dos estandes comercializados e promete edição histórica com recorde de público e negócios

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sábado, 12 de abril de 2025

 Redação Pirapora News 

Fotos: Divulgação Sociedade Rural 

A 51ª edição da Expomontes, uma das maiores feiras agropecuárias do Brasil, já demonstra seu potencial de sucesso antes mesmo de começar. Com 95% dos estandes comercializados e os demais já reservados, o evento, que ocorre de 2 a 13 de julho no Parque de Exposições João Alencar Athayde, em Montes Claros, deverá atrair mais de 350 mil visitantes. A edição deste ano conta com 112 espaços para expositores e uma crescente lista de espera, reflexo da alta demanda.

Impulsionada pela modernização da estrutura e adoção de novas tecnologias, a feira apresenta um crescimento de 10% em relação ao ano anterior. A expectativa é que a Expomontes movimente cerca de R$ 400 milhões em negócios, consolidando-se como uma vitrine para o agronegócio e setores industriais diversos, como o de mineração, que terá destaque com a exposição de máquinas do setor.

Segundo Osvaldo Miranda Jr., diretor financeiro da Sociedade Rural, a feira deste ano deve superar as edições anteriores em volume de negócios e atrações. “Com todas essas novidades e um crescimento robusto, a 51ª Expomontes promete ser uma edição de grandes negócios, refletindo a força e a tradição do agronegócio da região", afirmou.

Empresas interessadas em participar como patrocinadoras ainda encontram oportunidades. “A Expomontes se destaca não apenas como uma feira de negócios, mas também como um ponto de encontro para amantes da agropecuária, cultura e entretenimento”, destacou Mariah Carvalho, responsável pelo Marketing de Negócios da Rural.

Uma das empresas expositoras será a Leite Peu, especializada em nutrição animal e insumos agropecuários, com atuação em mais de 300 cidades de Minas Gerais e Bahia. Em 2025, a marca celebra 25 anos e prepara ações especiais para a feira. “Teremos condições e oportunidades incríveis, além de atrações surpresa para nossos visitantes”, revelou o supervisor técnico Ramon Henrique Ramos Machado.

Novo layout e programação artística ampliada

Entre as principais novidades desta edição está a reformulação da área gramada, que receberá shows e julgamentos de animais em um formato mais próximo do público. O novo layout foi pensado para melhorar a experiência dos visitantes, com espaços divididos entre áreas VIP, lounges e camarotes. “Foi uma demanda antiga do público, e conseguimos atender com uma proposta mais inclusiva e confortável”, destacou Flávio Oliveira, presidente da Sociedade Rural.

A programação musical é outro ponto alto: mais de 30 artistas devem se apresentar nos palcos do evento. Já estão confirmados nomes como Simone Mendes, Zé Neto e Cristiano, Leonardo, Lauana Prado, Zezé Di Camargo, Natanzinho, Belo, Nattan, Matheus Fernandes, entre outros. Haverá ainda atrações voltadas para o público infantil, além de shows católicos e gospel.

Para Tiago Rezende, diretor da Cia Promoções, a seleção de artistas é um diferencial da Expomontes. “É uma das melhores line-ups do Brasil. Os shows geram emprego, renda e movimentam a economia local”, afirmou.

Os passaportes já estão à venda, com mais informações disponíveis nos perfis oficiais da @ciapromocoes e @sociedaderural, além do telefone (38) 3222-6969.


Atividades começam antes da abertura oficial

A movimentação começa antes mesmo da abertura oficial. No dia 26 de junho, têm início as provas do Mangalarga Marchador, que servem como classificatórias para a Exposição Nacional da raça, em Belo Horizonte. A antecipação das atividades reforça o compromisso da organização em oferecer uma programação dinâmica e de alto nível técnico.

Brasil: Deputada propõe isenção de imposto para compras internacionais de até US$ 600 feitas pelos Correios

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Redação Pirapora News 

Foto: Agência Brasil 

A deputada federal Dani Cunha (União-RJ) apresentou, nesta semana, um projeto de lei que propõe a isenção da taxa de importação — popularmente conhecida como "taxa das blusinhas" — para compras internacionais de até US$ 600 (aproximadamente R$ 3.482, pela cotação atual) enviadas pelos Correios e realizadas por pessoas físicas.

Atualmente, esse limite é de US$ 50 (cerca de R$ 290), o que tem gerado críticas e insatisfação por parte dos consumidores brasileiros. A proposta da parlamentar busca corrigir o que ela classifica como uma desigualdade nas regras de isenção para compras no exterior.

Segundo o texto, a nova cota seria anual e vinculada ao CPF do comprador, permitindo compras isentas de até US$ 600 por ano, ou o equivalente a US$ 50 por mês. "A presente proposição legislativa cria uma cota de 600 dólares dos EUA por ano, por indivíduo", justificou Dani Cunha.

A proposta ainda aguarda despacho do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e por isso, não começou a tramitar oficialmente nas comissões da Casa.

Entre as justificativas, a deputada argumenta que a atual cobrança da "taxa das blusinhas" promove um desequilíbrio social, prejudicando especialmente os consumidores de menor poder aquisitivo. Ela destaca que os brasileiros que viajam ao exterior têm direito a isenções mais generosas: até US$ 1 mil em compras para quem retorna por via aérea ou marítima e US$ 500 para entradas por via terrestre.

Segundo Dani Cunha, o objetivo da proposta é equilibrar esse tratamento e tornar o sistema de importação mais justo para quem compra online, especialmente por meio dos Correios.

Impostômetro: Pirapora, Buritizeiro e Várzea da Palma pagaram R$ 47,4 milhões em tributos no ano

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domingo, 31 de dezembro de 2023

Redação PN - Foto: Divulgação 


O Impostômetro, painel eletrônico da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que mede o volume de impostos pagos pelos brasileiros durante o ano, atingiu a marca de R$ 3 trilhões no Natal - considerando a arrecadação entre 1º de janeiro e 25 de dezembro de 2023. Foi a 1ª vez, desde que começou a funcionar (em 2005), que o painel registrou essa marca. Segundo o site do Impostômetro, em Minas Gerais o volume arrecadado foi superior a R$ 221,7 bilhões. 

O Impostômetro considera todos os valores arrecadados pelas 3 esferas de governo a título de 104 tributos (impostos, taxas e contribuições), incluindo multas, juros e correção monetária. O cálculo, em tempo real, é do Instituto de Pesquisa Tributária/IPTB. Em 2023, os 55,6 mil habitantes e as empresas de Pirapora pagaram um total de R$ 28,2 milhões em impostos diversos. Em Buritizeiro, os 23.9 mil moradores e vários empreendimentos contribuíram com R$ 9,1 milhões. 

Por sua vez, em Várzea da Palma (com 33,7 mil habitantes), a arrecadação total de tributos ultrapassou R$ 10,1 milhões no ano. O Impostômetro ajuda a opinião pública a acompanhar, ao vivo, quanto pagamos de impostos. A carga tributária brasileira - uma das piores do mundo e com baixa retorno para a população - pesa no bolso dos contribuintes, no caixa das empresas, nos preços finais dos produtos e serviços. Definitivamente, o Estado não dá nada de graça.

Brasil: Programa Desenrola é prorrogado por três meses

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terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Renegociação de dívidas vai até março de 2024

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O programa Desenrola foi prorrogado até 31 de março de 2024, três meses além do prazo inicial, que seria o fim deste ano. Medida provisória foi publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União., que altera a Lei nº 14.690, de 3 de outubro de 2023, para prorrogar a duração do programa. 

Uma portaria do Ministério da Fazenda, também publicada hoje, autoriza que contas nível Bronze do portal Gov.br possam acessar a plataforma do Desenrola. Antes, somente as contas nível prata ou ouro tinham essa autorização.

O Desenrola começou em outubro deste ano para ajudar os brasileiros a limpar o nome. Ele abrange dívidas feitas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022.

Segundo dados do Ministério da Fazenda, o Desenrola renegociou até agora R$ 29 bilhões em dívidas. Quase 11 milhões de pessoas foram beneficiadas.

Em média, o valor renegociado foi de R$ 250 para pagamento à vista e de R$ 790 para pagamento parcelado.

Os setores com o maior número de renegociações foram o financeiro, de securitizadoras, empresas que compram as dívidas de consumidores com outras empresas, e contas de luz.


[com informações da Agência Brasil]

Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até esta quinta

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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Segundo o Dieese, salário extra injetará R$ 291 bilhões na economia

Foto: Marcello Casal 

Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela paga até esta quinta-feira (30). A partir de 1º de dezembro, o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário extra injetará R$ 291 bilhões na economia neste ano. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.057.

Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 25 de maio e 8 de junho. A segunda foi depositada de 26 de junho a 7 de julho.

Quem tem direito

Segundo a Lei 4.090/1962, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Dessa forma, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro, com pagamento integral da gratificação correspondente àquele mês.

Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.

Cálculo proporcional

O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos 1 ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.

A regra que beneficia o trabalhador o prejudica no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.

Tributação

O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre o décimo terceiro, incide tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

[com informações da Agência Brasil]

Mercado analisa golpes, inadimplência, empréstimo de nome e domínio do PIX

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Números e percentuais que desafiam e animam lojistas, comércio e serviços 

Max Rocha 

Foto: Freepik

Soluções de pagamento, transferências e investimentos na palma da mão facilitam o cotidiano, mas exigem cuidados extras dos empreendedores e consumidores. De acordo com pesquisa CNDL/SPC Brasil, 22% deles sofreram algum tipo de golpe (fraude financeira) nos últimos 12 meses, somando 8,4 milhões de vítimas.

O número de inadimplentes no país teve uma pequena queda em dezembro após meses de alta: 4 em cada 10 brasileiros adultos (40,10%) estavam com crédito negativado em dezembro/2022, somando 65 milhões de pessoas. O volume de consumidores com contas atrasadas cresceu 8,79% entre 2021 e 2022. 

Cada vez mais PIX

Diante da recusa de um pedido de crédito, a solução encontrada por 32% dos consumidores é usar o nome de amigos ou familiares para fazer compras com cheque, cartão de crédito e no crediário, contrair empréstimo ou financiamento. Alerta: O empréstimo de nome pode acarretar prejuízos e constrangimentos.

Enquanto isso, o PIX - criado em novembro de 2020 - teve forte e rápida adesão dos brasileiros e já é o meio de pagamento mais utilizado no país (67%), superando o cartão de débito (42%), o cartão de crédito (35%) e o dinheiro vivo (22%). Os números também são da Confederação Nacional dos dirigentes logistas - CNDL/SPC Brasil.

Pandemia e alta dos juros 

Os últimos anos foram extremamente desafiadores para os micro e pequenos empreendedores brasileiros. O avanço da vacinação, o controle da pandemia e o retorno à vida “normal” foram acompanhados pela alta dos preços e por um longo ciclo de alta na taxa de juros. 

"Os micro e pequenos empresários apontam um aumento de 38% nos preços e no custo da matéria-prima (38%) é o principal desafio para o crescimento das suas empresas', informa a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL'MG), que congrega 206 CDLs e mais de 60 mil associados.











Petrobras anuncia nova redução no preço do GLP para as distribuidoras

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sexta-feira, 23 de setembro de 2022

 Trata-se da terceira redução no preço médio do produto em 2022

Agencia Brasil - Foto: Caetano Barreira


A Petrobras anunciou ontem na quinta-feira (21) nova redução no preço de venda de gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha.

A partir de amanhã (23), o preço médio de venda do quilo de GLP para as distribuidoras cairá de R$ 4,0265 para R$ 3,7842, equivalente a R$ 49,19 por botijão de 13kg. A redução média será de R$ 3,15 por 13kg.

Segundo informou a Petrobras, essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da empresa, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Outros ajustes

Essa é a segunda redução do preço médio de venda do GLP da Petrobras para as distribuidoras em setembro e a terceira do ano. No último dia 13, o preço médio de venda do gás de cozinha passou de R$ 4,23/kg para R$ 4,03/kg, equivalente a R$ 52,34 por 13kg, com redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

Em 9 de abril, houve redução de R$ 4,48/kg para R$ 4,23/kg, equivalente a R$ 54,94 por 13kg. A redução média refletida foi de R$ 3,27 por 13kg.

Já em março, houve variação, mas para cima. No dia 11 daquele mês o preço médio de venda do GLP para as distribuidoras passou de R$ 3,86/kg para R$ 4,48/kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg e refletindo reajuste médio de R$ 0,62 por kg.

Preço da gasolina pode cair ainda mais, apontam analistas

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terça-feira, 2 de agosto de 2022

Para consultores do mercado de combustíveis, estabilidade do câmbio e do preço do barril de petróleo devem abrir margem para novas reduções nos valores


O Tempo - Foto: Gabriel Ronan




Após a limitação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 18% em Minas Gerais e as duas reduções anunciadas pela Petrobras, há chance do preço da gasolina cair ainda mais. Para analistas do mercado de combustíveis ouvidos pela reportagem, há uma margem para que o produto na bomba caia cerca de R$ 0,15.


"A gente tem observado que essas duas reduções que ocorreram nos preços, promovidas pela Petrobras, acabaram não sendo suficientes para chegar ao preço internacional. Isso por conta de praticamente uma estabilidade do preço do barril de petróleo, negociado na faixa de US$ 100, até abaixo disso, e do recuo do câmbio. E também um cenário de redução da taxa de juros por parte do Fed (Banco Central dos EUA)”, diz Eduardo Melo, da Raion Consultoria.


O diretor comercial da Valêncio Consultoria Combustíveis, Murilo Genari Barco, concorda com o colega. Ele não dá números, mas diz que há margem para redução diante do cenário atual. 


“Olhando o cenário hoje, se o barril (de petróleo) continuar caindo com a preocupação mundial com recessão econômica, e o dólar estabilizar na marca que está hoje, é uma possibilidade. Para o diesel, o cenário é um pouco diferente, mas para a gasolina, se continuar como está hoje, possivelmente teremos novas reduções”, afirma o analista.


Uma preocupação do setor, no entanto, gira em torno das manutenções programadas das refinarias da Petrobras neste segundo semestre. Com a diminuição da capacidade de produção, o Brasil pode aumentar sua dependência de importação de gasolina, que hoje varia sempre abaixo dos 10% da oferta total. 



Por exemplo, o percentual da gasolina importada no total das vendas internas em junho, último mês divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foi de 6,08%.


Devem parar no segundo semestre: a Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim (MG); a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR), a Refinaria Planalto de Paulínia (Replan), em Paulínia (SP); a Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP); e a Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP).


“É possível sofrer alguma interferência no preço por conta disso, porque demandaria mais do nosso nível de importação. Consequentemente, dependendo do custo do importado lá fora, isso (as manutenções programadas) podem atrapalhar internamente, porque as distribuidoras estão repassando isso para os postos”, diz Murilo Genari Barco, da Valêncio Consultoria.


Por outro lado, o analista lembra que a ANP, que regula o setor de combustíveis, já solicitou à Petrobras o adiamento dessas manutenções. Em coletiva de imprensa na semana passada, porém, diretores da estatal disseram que a “segurança da operação” é sempre prioridade. 


Para Eduardo Melo, da Raion, as manutenções são vistas com menor risco e não devem interferir no preço. “Com relação ao diesel, existe essa preocupação pela questão do volume de consumo por conta do agronegócio (muitas lavouras de grãos realizam colheitas nos próximos meses, aumentando a demanda pelo diesel). Mas, na gasolina, eu tenho uma visão diferente”, diz. 


A gasolina comum é vendida entre R$ 4,98 e R$ 5,38 nos postos da Grande BH, mas maioria dos estabelecimentos trabalha com preço de R$ 5,15 por litro nesta terça (2). O levantamento é do aplicativo Educação Fiscal, da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG), que compila notas fiscais emitidas pelo varejo de combustíveis. 


Petrobras reduziu preço em R$ 0,35 nas refinarias

Desde 19 de julho, a Petrobras anunciou duas reduções no preço do litro da gasolina vendido em suas refinarias. Num primeiro momento, a cotação caiu de R$ 4,06 para R$ 3,86. Já nessa quinta-feira (28), uma nova diminuição trouxe o valor para R$ 3,71.


Porém, vale lembrar que essas reduções não são transferidas integralmente para a bomba, porque o produto final também é composto por 27% de etanol anidro para diminuir a emissão de poluentes. 


Segundo a Petrobras, "essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina". Vale lembrar que a estatal regula seus preços de acordo com a cotação do produto importado.


Vale lembrar que o preço final da gasolina não se resume apenas ao vendido pela Petrobras. Entram nessa conta, ainda, os impostos estaduais e federais, o custo do etanol anidro, a distribuição e a revenda. 


No que diz respeito aos impostos, o governo federal já zerou seus tributos até o fim do ano numa tentativa de controlar a inflação e melhorar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro (PL) antes das eleições. 


Já os impostos estaduais, o ICMS, foram limitados a alíquotas entre 17% e 18% a depender do Estado brasileiro por meio da Lei Complementar 194. Em Minas, a taxa caiu de 31% para 18%, o que fez o preço final cair consideravelmente.


Petrobras reduz preço de venda da gasolina para distribuidoras

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quinta-feira, 28 de julho de 2022

 Agência Brasil - Foto: Marcelo Camargo



A Petrobras reduz, a partir de amanhã (29), o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras de R$ 3,86 para R$ 3,71 por litro. A queda é de R$ 0,15 por litro. A medida foi anunciada hoje (28) a empresa.


Com isso, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição do combustível comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor cairá de R$ 2,81, em média, para R$ 2,70 a cada litro vendido na bomba.


Segundo a companhia, a redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina. Além disso, acrescenta a empresa, a medida “é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio de seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.


Informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor obtidas no site da Petrobras. De acordo com a companhia, o objetivo é “contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade”.



Além de combustíveis e energia, conta de celular também terá desconto

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quinta-feira, 21 de julho de 2022

Agência Brasil




Com redução média de R$ 1,75 na gasolina em todo o Brasil, a queda da cobrança do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre diversos produtos terá impactos positivos sobre a economia, em especial para os microempreendedores, informou hoje (19) o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, em entrevista ao programa A Voz do Brasil.


Um aspecto impactante da retirada da cobrança do ICMS, em especial da energia elétrica, é que a medida terá grande capacidade de impulsionar empregos de base no mercado brasileiro, disse o ministro. Segundo Sachsida, houve grande articulação política para trazer o que classificou como “alívio” após uma sequência de acontecimentos que reverberaram na economia brasileira.


“Em 2019, tivemos o maior acidente ambiental da história do Brasil, o desastre de Brumadinho. Em 2020, a maior pandemia da história da humanidade, que continuou em 2021 - com a maior crise hídrica da história do Brasil. Em 2022, a maior movimentação de tropas desde a Segunda Guerra Mundial. É um ambiente muito difícil internacional e nacionalmente”, relembrou Sachsida.


O ministro informou também que haverá desconto significativo nos serviços de telecomunicação operados no Brasil. Segundo Adolfo Sachsida, os efeitos poderão ser sentidos a partir do mês que vem.


O ministro agradeceu ao Congresso Nacional pela viabilidade das leis sobre o ICMS, mas criticou a forma como os estados concentraram parte significativa da arrecadação em certos tributos. “Do ponto de vista econômico, é um erro. Porque o peso morto do imposto aumenta com o tamanho da tributação. Quando se aumenta demais certos tributos, como a energia, você destrói empregos e produção. Avançamos no caminho correto”, complementou.

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